sábado, 25 de novembro de 2017

Tutorial de como amarrar o cabelo (para as meninas)

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Não muito tempo atrás, a grande borboleta azul (Maculinea arion) havia entrado em extinção no Reino Unido, em grande parte devido à sua associação obrigatória com uma determinada espécie de formiga. Em seguida, foi salva por um programa complicado de reintrodução feito pelo Natural England e o Centre for Ecology and Hydrology. A história de vida desta fada azul é intrigante. No final do século XIX, os conservacionistas da natureza viram a enorme perda de habitat como um problema sério para esta borboleta. Após uma grave queda em números, a borboleta tornou-se extinta na Grã-Bretanha em 1979. A razão para o desaparecimento, pensava-se, ser a perda de tomilho selvagem (Thymus praecox), uma importante fonte de alimento dos estágios larvais iniciais. Mesmo que isso fosse verdade em parte, o motivo central não foi identificado até o final de 1970. Depois de uma queda alarmante no número conhecido de colônias para apenas duas, uma investigação revelou associações imediatas de espécie-específicos entre a borboleta e uma espécie de formiga chamado Myrmica sabuleti. Diferente da maioria das borboletas, essas borboletas são canibais, são onívoras. Após a eclosão, a lagarta se alimenta normalmente da flor de tomilho selvagem, mas se dois ovos eclodem na mesma flor, uma lagarta vai comer a outra. A vida muitas vezes começa com o assassinato de seu próprio irmão. A lagarta sobrevivente normalmente se alimenta da mesma flor até o terceiro instar. Aparentemente, esta é a única fase pacífica de sua vida útil. No quarto instar, uma mudança de comportamento abrupta ocorre e a própria larva sai da flor. Em seguida, libera sinais químicos a partir de sua “glândula mel” para atrair formigas operárias da espécie M. sabuleti. Tendo sido docemente enganada por essa secreção, as formigas carregam a lagarta para sua colônia. A lagarta se finge de morta e, para sobreviver, a colônia deve conter cerca de 200 larvas de formigas, que é mais ou menos o que a lagarta vai comer. Após a alimentação, no estádio final da lagarta ou ela se rasteja para fora da colônia ou empupa dentro dela. Neste último caso, as larvas de formigas realmente cuidam dela e fornecer proteção de predadores. A lagarta e as formigas vivem em um mutualismo desigual. A lagarta secreta alimentos açucarados para as formigas, mas devora inúmeras larvas de formigas e ganha proteção. No entanto, apesar da gama de benefícios que a borboleta obtém das formigas, esta associação íntima tem suas fraquezas. Primeiro, se a colônia de formigas é densamente povoada por lagartas, eles vão devorar todos os ovos e larvas de formigas, o que vai acabar com a colônia e a fonte de alimento. Em segundo lugar, se várias rainhas de formigas são produzidos na colônia, os trabalhadores vão matar todas lagartas e a simbiose termina de uma forma estranha . As formigas Myrmica requerem condições ambientais favoráveis ​​para sobreviver. Eles habitam a encosta com pouca grama. A falta de luz solar suficiente e/ou grama alta pode afetar gravemente a população de formigas e, conseqüentemente, a grande população da borboleta. Tal ambiente especializado limita imensamente o terreno fértil para esta borboleta, isso tem sido uma das principais razões por trás do desaparecimento de grande azul na década de 1970. O programa de conservação que ajudou a revitalizar a borboleta azul necessita do estabelecimento de formigas M. sabuleti além das borboletas. Este esforço bem sucedido ajudou a espécie sair das vias de extinção e ir para o status de quase ameaçada. O desenrolar das características de história de vida dessas borboletas abriu novos caminhos para a sua conservação e levou a novas abordagens para salvar outras borboletas preciosas à beira da extinção. Aqui estão alguns hábitos saudáveis ​​que você pode adotar para conservar nossos preciosos fadas que voam: – Aumente a variedade de plantas com flores coloridas em seu jardim. – Voluntários para atividades de conservação locais. – Registre espécies que você achar interessante com especialistas locais. – Doações para sociedades, organizações e parques que estão ativamente envolvidas na conservação. Espero que este pequeno ensaio ajude você a entender a complexidade dessas criaturas minúsculas e admirar suas vidas significativas, complexas – não apenas a sua beleza – da próxima vez que você vê-los se aquecendo . Fonte: Entomology Today

domingo, 22 de setembro de 2013

Aromaterapia


Óleo essencial de limão dissolve a raiva.

O limão é um poderoso bactericida e possui uma capacidade muito importante de neutralizar a acidez do organismo.
À primeira vista, isso pode parecer surpreendente se tivermos em mente a flagrante natureza ácida do limão, mas o ácido cítrico é neutralizado durante a digestão, dando origem a carbonatos e bicarbonatos de potássio e cálcio, os quais contribuem para manter a alcalinidade do organismo.
Tal propriedade tem aplicações úteis em todos os quadros em que o equilíbrio ácido/alcalino se encontra descompensado em termos de uma acidez excessiva.

Como se beneficiar com o limão:
Tomar em jejum, um pouco de água morna com algumas gotas de limão.
Fazer uso do óleo essencial de limão em massagens, sempre diluído em outro óleo carreador, deixando este óleo na pele pelos menos por 3 horas (cuidar com a exposição ao sol).
O óleo essencial de limão tem uma série de propriedades muito importantes, dentre as quais sobressai sua capacidade de estimular os glóbulos brancos que protegem o organismo contra infecções.

Também tem efeito sobre o sistema circulatório, e é especialmente adequado para tratar varizes.
É útil também nos casos de hipertensão, e pode ser adotado em dietas preventivas contra a arteriosclerose.
Observando todos estes benefícios, dá para perceber como o óleo essencial de limão tem a capacidade de modificar a "energia do nosso corpo", que quando apresenta qualquer um destes problemas, geralmente tem origem na "raiva".
A "raiva" faz nosso corpo inflamar, a circulação fica comprometida e a acidez gástrica "ferve".
Respirações profundas, sentindo o aroma do limão, caso não tenha o óleo essencial, já farão uma grande diferença neste padrão.

sábado, 21 de setembro de 2013

O GANSO E A GRELHA!!!

EM LONDRES, o grau de MM só apareceu no começo do século XVIII, por volta de 1724, quando a Maçonaria já deixara de ser meramente operativa ou de ofício, transformando-se em especulativa, com maçons aceitos, sem serem pedreiros livres. Até então só existiam em seus quadros Aprendizes e Companheiros.

As lojas eram dirigidas pelo Companheiro mais antigo e experiente, o decano, que podia ser o chefe da obra ou o seu próprio dono, podendo ser vitalício. Era chamado, nas Lojas inglesas, de LODGE CAPTAIN ou NOBLE CHIEF.

Também era inexistente a função do Grão-Mestre maçônico, por que as Lojas não estavam associadas, sendo livres, não necessitando de uma coordenação.

O primeiro Grão Mestre da Maçonaria Moderna foi eleito, em 1717, (Anthony Sayer) quando quatro Lojas inglesas reuniram-se para fundar a primeira Grande Loja Inglesa, depois United Great Lodge Of England (UGLE), ao qual o Grande Oriente do Brasil está ligado, há mais de cem anos, por fraternais laços de amizade.

As quatro lojas reunidas funcionavam em tabernas ou estalagens, que forneciam vinho, comida e hotelaria, ou em casas de cerveja, as denominadas ale-houses, que serviam uma cerveja escura, pesada e amarga, semelhante à cerveja preta portuguesa, muito apreciada. 

Eram elas: Goose and Gridiron Ale-House (Casa de cerveja O Ganso e A Grelha), depois Loja Antiguidade nº2; Crown Ale-House (Casa de Cerveja A Coroa), que desapareceu; Apple Tree Tavern (Taverna A Macieira), depois Loja Fortitude (Fortaleza) and Old Cumberland, nº12; e a Rummer and Grapes Tavern (Taverna do Copázio e Uvas) depois Royal Somerset House and Inverness Lodge, nº4.

Duas Lojas, fora da Inglaterra, porém disputam a posição de serem as mais antigas do Mundo: a Loja Edinburgh nº1, conhecida como Mary`s Chapel, na cidade do mesmo nome, fundada a 31 de julho de 1599, a data da sua Primeira Ata, cujo livro contem nas suas cinco primeiras páginas os Estatutos de Schaw, de 28 de dezembro de 1598, seis meses antes da sua fundação. Tendo recebido mações especulativos a partir de 1600, e a Loja de Kilwinning, herdeira das Lojas da cidade de York, fundadas no século X, e que existiria desde o século XIII.

Lembramos que as mais antigas associações de Lojas são as da Inglaterra (1717), da Irlanda (1725), o Grande Oriente da França (1728), a Grande Loja dos Estados Unidos (1730) e a da Escócia (1736).

Neste tempo de mudanças apareceram os Worshipfuls Masters (Veneráveis Mestres), significando a palavra worship, em inglês, o culto, a reverência, a adoração, que com o radical ful passa a significar o cultuável, o adorável, o idolatrável ou o venerável, que não se relaciona a culto religioso, sendo apenas um tratamento.

Somente mestres eleitos de ano em ano, ou de dois em dois anos, como no Rito Escocês, podem ser instalados na função de Venerável, por uma Comissão de Mestres Instalados, presidida pelo Grão-Mestre, ou por ele nomeada.

Submetido a uma cerimônia de Instalação, o novo Venerável eleito está empossado, investido no cargo maior de uma Loja, sendo os seus primeiros atos empossar os demais ocupantes dos cargos eletivos e dos nomeáveis. Nela adquire a plenitude dos direitos ritualísticos especiais, litúrgicos, que só por ele podem ser realizados: iniciação, elevação, exaltação, filiação, regularização e outros que, na sua ausência, só podem ser realizados por outro Mestre Instalado, apesar do seu substituto legal ser o Primeiro Vigilante.

Pertencendo os maçons operativos ao Terceiro Estado (Povo), jamais poderiam ser sagrados com a espada, uma exclusividade da classe nobre, daí inexistir essa cerimônia antes da admissão dos especulativos, com os nobres entrando na Maçonaria e sendo instalados com as pompas de um cavaleiro, uma novidade e o rompimento de tradições.

A maneira de se sagrar um maçom como um cavaleiro só vai aparecer nos graus superiores e talvez, para os Grãos-Mestres nobres, depois de 1720.

Para ser Mestre Instalado, além de outros atributos, o maçom deve ser experiente, ter bons conhecimentos sobre os assuntos maçônicos, sabedoria para solucionar problemas, entender de administração e ter liderança para manter os irmãos unidos, orientando-os, instruindo-os e conduzindo-os.

Um TFA.'. ao meus queridos IIr.'. que o G.'.A.'.D.'.U.'. lidere a vida de cada um de vós.
Força e Honra, sempre!!!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cuide do teu Corpo - Os Pés


Como identificar e tratar a dor nos pés
Cientistas descobriram que uma alimentação rica em peixes e em frutos do mar é eficaz no tratamento da dor nas juntas. Isso ocorre porque os mariscos contém uma substância chamada de Glucosamina e outra chamada Sulfato de Condroitina, que são responsáveis por regenerar as articulações.

Para os casos mais graves, onde o paciente já foi diagnosticado com artrite ou artrose, por exemplo, recomenda-se ainda a toma de suplementos alimentares ou medicamentos que contenham as substâncias acima citadas, para potencializar seus efeitos regeneradores. Eles podem ser comprados livremente nas farmácias e dietéticas.

Quanto ao consumo das substâncias de forma natural, recomenda-se a ingestão de 3 a 4 refeições à base de frutos do mar por semana, com por exemplo o arroz de marisco, sopa de peixe, caldeirada de frutos do mar e outros. Mas é importante a realização das sessões de fisioterapia para complementar o tratamento para a dor nas juntas.

Para evitar o agravamento da dor nas juntas recomenda-se ainda a prática de exercícios de baixo impacto como caminhada, bicicleta ou natação e estar dentro do peso ideal
Prevenção das dores nos pés:
As sandálias rasterinhas e os chinelos são bons, mas não devem ser usados por muitas horas seguidas. Para as mulheres, o estilo sapato de boneca é o mais indicado, desde que ele seja confortável e não machuque o pé. Ele deve ter um pequeno salto e ter a sola de borracha, pois assim absorve-se melhor o impacto causado ao andar, deixando os pés mais protegidos.
Remédio caseiro para dor na articulação:
Um excelente remédio caseiro para dor na articulação é a compressa de óleo essencial de pimenta-preta e camomila. Para preparar este remédio caseiro são necessários os seguintes ingredientes: 4 gotas de óleo essencial de pimenta-preta, 4 gotas de óleo essencial de camomila e 1L de água.
Para preparar este remédio caseiro é muito fácil, basta colocar a água fervente em um recipiente, adicionar os óleos essenciais e misturar bem. Umedeça uma toalha de algodão limpa e aplique-a sobre a articulação dolorida.

Os óleos essenciais utilizadas nesse remédio caseiro possuem propriedades que estimulam a circulação sanguínea, fazendo com que a rigidez muscular e a dor diminuam.
Aplique essa compressa caseira na área afetada pelo menos 2 vezes ao dia e sinta a diminuição da dor em poucos dias de tratamento

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

S A U D A D E S

       Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida!

Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades...

Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...

Sinto saudades da minha infância...

Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei! De quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.

Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito! Daqueles que não tiveram como me dizer adeus; de gente que passou na calçada contrária da minha vida e que só enxerguei de vislumbre!

Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive mas quis muito ter!

Sinto saudades de coisas que nem sei se existiram.

Sinto saudades de coisas sérias, de coisas hilariantes, de casos, de experiências...

Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!

Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!

Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar; sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar, sem curtir na totalidade.

Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...não sei onde...para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...Eu acredito que um simples "I miss you" ou seja lá como possamos traduzir saudade em outra língua, nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.

Talvez não exprima corretamente a imensa falta que sentimos de coisas ou pessoas queridas.

E é por isso que eu tenho mais saudades... Porque encontrei uma palavra para usar todas as vezes em que sinto este aperto no peito, meio nostálgico, meio gostoso, mas que funciona melhor do que um sinal vital quando se quer falar de vida e de sentimentos. Ela é a prova inequívoca....De que amamos muito o que tivemos e lamentamos as coisas boas que perdemos ao longo da nossa existência...

“Clarice Lispector”

E existe AQUELA saudade...que quando chega parece que te faz rever AQUELES momentos, e é tão indescritível que é impossível definir em palavras, mas quem já sentiu entende muito bem!!!!
( DOCE SAUDADE ) !!!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

A família do morto, ou agruras oníricas de um quase réquiem


Tudo como de costume: o caixão, a circunspecção dos presentes, a gravidade dos cumprimentos, a tristeza do coração a transparecer em cada rosto.
Velório, seja de pobre ou de rico, é sempre velório. A morte não pratica a isonomia, pois iguala a todos. Pessoas entravam, pessoas saíam. Sempre circunspectas. O ambiente sombrio, onde sobressaía a pobreza do extinto e de sua amargurada família, convidava à reflexão profunda sobre a impotência do ser vivo diante do seu inimigo maior, a morte.
A perecibilidade do homem e de tudo que é vivo, ali tão concretamente materializada, fazia ecoar na mente religiosa e quase doentia do padre Arnaldo o grito solene do Pregador: “Vaidade de vaidades, vaidade de vaidades, tudo é vaidade!” (Ec 1.1).

Homem de letras, com toda a formação filosófica e teológica para se fazer padre, Arnaldo não apenas decorara o “requiem aeternam dona eis”. Não!... Via mentalmente em latim, que tanto estudara nos áureos tempos de seminário, a mesma passagem: “Vanitas vanitatum, vanitas vanitatum et omnia vanitas.” E mais outras que cortavam como lâmina afiada, dentre as quais, a parte final de Gênesis 3.19, com a terrível sentença “pulvis es et in pulverem reverteris”. As outras ele visualizava em latim, mas esta, a última, não. Fazia questão de pensá-la em português: “és pó e ao pó voltarás”.

Padre Arnaldo, estava deveras encabulado e, sem poder disfarçar isso, suava frio. Puxa vida! Como poderia ser? Estudara muito no seminário, dia e noite durante anos a fio, até ser ordenado padre e sempre se sentira preparado para o exercício sublime do sacerdócio, fosse a situação que fosse. Mas não era assim que se sentia agora, que – mal recebera a bênção da ordenação – tinha de oficiar o primeiro réquiem, encomendar a primeira alma, conforme a fé e as leis da Igreja.

Teria ele fracassado? Enganara-se de vocação? Duvidava de si mesmo? Estaria enganado na sua dúvida? E assim por diante, indagações e mais indagações lhe embotavam a mente de jovem pároco. Se fora o contrário – se, em vez de morto, o paroquiano, embora doente, ainda estivesse vivo, ser-lhe-ia bem mais fácil: falaria da esperança de cura.

Mas não era aquele contrário, era o contrário do contrário. O homem não estava doente, o homem (aliás, o homem, não: o cadáver) estava morto, e aí a sua desventura de jovem padre. Que dizer? Que dizer, ainda que da boca para fora? Ainda que apenas para, cumprindo a formalidade religiosa, satisfazer a ocasião? Não, ele não sabia! Sentia-se um despreparado, sem saber o que dizer à família do morto – e o que era pior – e a si mesmo.

Seu maior problema agora era este: saber o que, de fato, era o problema. Era o morto? Era a família do morto? Seria ele próprio, padre Arnaldo? No meio da mais profunda angústia de um pároco, Arnaldo, não mais se contendo, exclamou: Ai, Nossa Senhora dos Padres Desvalidos, quem me dera todo este tormento não passasse de um sonho (aliás, de um sonho, não: de um pesadelo)! Ai!... Agora ficara muito pior: falara alto e todos tinham ouvido! Tornara pública, involuntariamente, sua desventura.

Despertou, quase a suar sangue. Que alívio! Ele não era padre, era pastor, e o caso era um sonho, apenas um sonho (aliás, sonho, não: pesadelo). E recitou, de si para si mesmo, em alto e bom som, no excelente latim aprendido no seminário (não um seminário católico apostólico romano, mas seminário presbiteriano): “Memento, homo, quia pulvis es et in pulverem reverteris.” Sim, isto mesmo: “Lembra-te, homem, de que és pó e ao pó tornarás”, diz a Vulgata, de São Jerônimo, Gênesis 3.19.

É mole, ou quer mais? Pastor não quer ser padre nem em sonho (sonho, não: pesadelo). E a recíproca deve ser verdadeira. Pelo sim, pelo não, Arnaldo passou o resto da noite em claro. Não queria voltar a dormir e se arriscar a sonhar novamente (aliás, sonhar, não: ter pesadelo). Pastor, como juiz, também é humano. E sonha. E também tem pesadelo. Padre também, claro!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Como evitar a falência espiritual

Não sentir-se ofendido ou esquecido por Deus, quando Ele não atender suas expectativas;
Não ser amargo aos teus irmãos (fig) quando eles não atenderem suas expectativas;

Mantenha-se na Fé e tenha consciência dos teus atos;
Escolha bem os teu caminhos pois através dos teus passos é que Deus agirá em tua vida;

Lembre-se que o nosso tempo não é o tempo de Deus;
Cuide para que você não se afaste do cominho de Deus, pois muitos se dizem totalmente dedicado a Deus e mais tarde abandona-o por uma

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A falta da Família tradicional, (pais e filhos) no dia-a-dia pode prejudicar formação psicológica da criança e do adolescente.


A família é a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e é também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade.
Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades que encontrarão na sociedade durante o amadurecimento.
A ausência familiar gera graves conseqüências na formação psicológica do adolescente, gerando valores egocêntricos, que levam muitos jovens ao mundo do vício e das futilidades.
No entanto, desde o início do processo de industrialização, a sociedade passa por transformações que resultam em uma postura cada vez mais

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Câncer de Próstata!!! Medo de quê?

O câncer da próstata (adenocarcinoma de próstata) é o tumor maligno mais comum do sexo masculino (excetuando-se os cânceres de pele) e o segundo que mais

sexta-feira, 3 de agosto de 2012


ORAÇÃO DE PODER

((CONTRA A INVEJA E O CIÚME))

Nosso Deus e Nosso Pai, Livrai-nos de toda inveja e ciúme alheio,
Pois muitas vezes temos ciúmes do que pensamos que é nosso...
Pois tudo vem de Ti, pois tudo é Teu e a Ti pertencem todas as coisas.
Tu és dono do Universo e muitas vezes invejamos do próximo, o que ele possui.
ðLivrai-nos do ciúme de

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Doenças oculares - Tracoma


O que é Tracoma?
Uma doença infecciosa ocular que acomete a conjuntiva e a córnea, causado pela bactéria Chlamydiatrachomatis.





Os sintomas:
Ardor, prurido, sensação de corpo estranho, fotofobia, lacrimejamento e secreção ocular, especialmente na faixa etária de
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